Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução
  • Publicado em 20/12/2018 às 13:15 01Thu, 20 Dec 2018 13:15:31 +000031.


  • Publicado em 19/02/2019 às 10:33 10Tue, 19 Feb 2019 10:33:32 +000032.

  • Programa de Extensão TILSJUR

    Publicado em 13/02/2019 às 10:08 10Wed, 13 Feb 2019 10:08:02 +000002.

    O Programa de Extensão TILSJUR – Tradutores e intérpretes de língua de sinais na esfera jurídica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) iniciou as atividades em novembro de 2016. O acesso à informação e o direito a comunicação das pessoas surdas tem sido contemplados em várias leis brasileiras, como por exemplo, a lei 10.098/00, a lei 10.436/2002, o decreto 5626/2005 e a lei 13.146/2015 em diversos contextos sociais. Esses documentos legais fornecem subsídios importantes para a implementação de ações concretas voltadas a garantia dos direitos linguísticos desta comunidade. Sendo assim, o Programa de Extensão TILSJUR busca colaborar, por meio da tradução e da interpretação, para que a interface Libras e o Judiciário tenha maior visibilidade social e acadêmico-científica.

    O objetivo principal do Programa de Extensão TILSJUR é promover ações voltadas à profissionalização e formação dos tradutores e intérpretes de línguas de sinais que atuam no meio jurídico. Três eixos principais constituem o referido programa, a saber:

    tradução e interpretação de línguas de sinais na esfera jurídica – Profa. Dra. Silvana Aguiar dos Santos (UFSC/UFC)
    estudos terminológicos de línguas de sinais na esfera jurídica – Profa. Dra. Marianne Rossi Stumpf (UFSC)
    acesso das comunidades surdas ao Judiciário – Prof. Dr. Andre Ribeiro Reichert (UFSC)

    Nossa equipe é formada por professores, servidores técnicos-tradutores e intérpretes de Libras-Português, alunos do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução (PGET/UFSC) e alunos dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Letras-Libras (UFSC).

    Mais informações em: http://tilsjur.paginas.ufsc.br/


  • Artigo do professor Berthold Zilly na “Folha de São Paulo”

    Publicado em 13/02/2019 às 10:02 10Wed, 13 Feb 2019 10:02:46 +000046.

    Sertão de Guimarães Rosa pode ser visto como laboratório da condição humana Romance é considerado uma revelação do potencial expressivo da língua portuguesa

    10.fev.2019 às 12h00

    Link do Artigo

    Berthold Zilly
    BERLIM (ALEMANHA)
    O ano de 1956 foi de grande importância para o Brasil, um limiar entre períodos sociais, políticos e literários: o início do mandato do presidente Juscelino Kubitschek, caracterizado pelo crescimento econômico, reformas sociais, modernização e democratização —processo marcado pela fundação da capital do país em pleno sertão.

    No mesmo ano, foram publicadas duas obras que mudaram a história literária do Brasil, transformando o escritor João Guimarães Rosa no talvez mais importante ficcionista brasileiro do século 20: o ciclo de novelas “Corpo de Baile” e o romance “Grande Sertão: Veredas”.

    Este último foi uma sensação muito além da área literária, um daqueles livros não muito frequentes cuja importância foi reconhecida imediatamente e cuja irradiação aumenta através das épocas e culturas.

    O romance, unanimemente, é considerado uma revelação do potencial expressivo da língua portuguesa, uma inovação da forma narrativa, uma das grandes interpretações do Brasil, uma moderna representação épica de um cosmos rural, de envergadura tolstoiana.

    A atualidade desse longo poema em prosa complexo, semi-hermético e sugestivo se manifesta na enorme fortuna crítica que não deixa de crescer nacional e internacionalmente, incluindo numerosas traduções e retraduções.

    Por outro lado, tematicamente, o romance parecia não se sintonizar ao “zeigeist” de euforia desenvolvimentista da sua época de lançamento, ao evocar, anacronicamente, o sertão da República Velha, das primeiras décadas do século 20, uma hinterlândia cujo atraso estava sendo superado pelo progresso social dos anos 1950 e 1960.

    Havia uma oposição entre forma vanguardista e conteúdo saudosista? Ou uma contestação cética do otimismo modernizador?

    Seis décadas depois, percebe-se, talvez ainda com maior clareza, que não se trata apenas de um moderno romance histórico, mas que o seu mundo —o sistema político do coronelismo e da jagunçagem, com suas milícias, a violência endêmica entre banditismo, guerra civil, e desmandos das autoridades, ausência do Estado de direito— permite discernir estruturas e tendências típicas em diversas regiões do mundo e épocas da história.

    Assim, “Grande Sertão: Veredas” pode ser lido, também, como alegoria de regiões de “limited statehood”, de presença limitada do Estado, ou até de “failed states”, Estados falidos, onde mandam senhores da guerra, como em muitos países da Ásia e da África.

    Tal anomia não se restringe aos espaços rurais, mas pode existir também em cidades. Não é por acaso que autores como Paulo Lins ou Luiz Ruffato, visivelmente, inspiram-se, também, na obra de Guimarães Rosa.

    Se o sertão, como diz Riobaldo, é o mundo, isso se deve também à possibilidade de entendê-lo como laboratório da condição humana, onde se cogitam problemas existenciais.

    Como se pode organizar a satisfação das necessidades básicas? Como construir uma vida boa, digna, feliz, nos planos privado e social? Um convívio civilizado, justo, em harmonia com a natureza? Quais são as causas do sofrimento? De onde vêm o bem e o mal, dialeticamente entrelaçados e tão difíceis, às vezes, de serem definidos?

    Riobaldo tenta nos comunicar, lembrando os tradicionais narradores populares, experiências e conselhos retirados da sua vida cheia de peripécias.

    Mas, como moderno herói problemático, ele questiona a sua própria memória autobiográfica, o seu retrato da realidade, física e metafísica, a linguagem, a forma de narrar —o que faz do romance uma profunda reflexão epistemológica e metaliterária.


  • Enquadrando o Tradutor – Entrevistado Fábio de Souza Andrade (USP)

    Publicado em 06/02/2019 às 12:56 12Wed, 06 Feb 2019 12:56:29 +000029.
    Enquadrando o tradutor é um programa de entrevistas realizado por docentes e discentes vinculados à Pós-graduação em Estudos da Tradução da Universidade Federal de Santa Catarina. Cada programa conta com a presença de um tradutor convidado que fala de suas experiências nos vários campos da tradução. No terceiro programa, nosso convidado é o professor e tradutor Fábio de Souza Andrade, Próximo programa: Luci Collin (UFPR)


  • Radio Translatio: Diálogos de tradutologia

    Publicado em 29/01/2019 às 07:24 07Tue, 29 Jan 2019 07:24:22 +000022.

    Com o apoio do Grupo de Pesquisa em Tradutologia da Universidad de Antioquia (UdeA), em Medellín, COLÔMBIA, e do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução (PGET) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis, BRASIL.

    Radio Translatio propõe um diálogo entre pesquisadores de diferentes áreas e formações para discutir suas produções recentes. Através da produção destes podcasts em várias línguas, procuramos ampliar o pensamento tradutológico, dando importância à voz e ao ato de escutar.

    2 pesquisadores + 2 textos recentes + 4 perguntas = Radio Translatio

    Como funciona? Radio Translatio conecta dois pesquisadores que têm uma afinidade em seus trabalhos. Cada um deles propõe um texto recente de sua autoria para trabalhar no podcast, e o envia para o outro interlocutor. Uma semana antes, duas perguntas são trocadas sobre o texto de um e outro. No dia do encontro, virtual ou presencial, eles próprios realizam esse diálogo.

    Disponível na página www.radiotranslatio.com, o programa já oferece os seguintes podcasts:

    Radio Translatio 1- “Stories of Translation”, por Judith Woodsworth e Nayelli Castro Ramírez (inglês)

    Radio Translatio 2- “Textos, mentiras y traducción”, por Jean-Claude Arnould e Sebastián García (espanhol)

    Radio Translatio 3- “La traduction autrement”, por José Lambert e Jean-François Brunelière (francês)

    Radio Translatio 4- “Didáctica de la traducción”, por Amparo Hurtado Albir e Álvaro Echeverri Arias (espanhol)

    Direção: Martha Pulido (Escuela de Idiomas – UdeA, Colômbia / Pós-Graduação em Estudos da Tradução, PGET  – Universidade Federal de Santa Catarina UFSC, Brasil) marthaluciapulido@gmail.com e Rosario Lázaro Igoa (Centro Universitario Regional del Este CURE – Universidad de la República del Uruguay, UdelaR / Pós-Graduação em Estudos da Tradução, PGET – Universidade Federal de Santa Catarina UFSC, Brasil) rosilazaro@gmail.com

    Direção técnica: Jhonny Alexander Calle, Tradutor Inglês-Francês-Espanhol, UdeA. jaco142@hotmail.com

    Produtor de áudio: Carlos Andrés Calle Orozco, Professional em Artes de la Grabación y Producción Musical, Instituto Tecnológico de Medellín (ITM).

    Mais informações: www.radiotranslatio.com

    Facebook: Radio Translatio

    Contato: radiotranslatio@gmail.com


  • Pioneiro italiano dos contos de fada, Gianbattista Basile ganha tradução

    Publicado em 26/01/2019 às 15:56 03Sat, 26 Jan 2019 15:56:54 +000054.
    Resenha da professora Dirce Waltrick do Amarante, coordenadora do Programa de Pós-graduação em Estudos da Tradução, no jornal “O Estado de São Paulo”, de “O Conto dos Contos: Pentameron”, de Giambattista Basile, em tradução de Francisco Degani, que fez sua pesquisa de pós-doutorado no Programa, sob a supervisão da professora Andréia Guerini:

    https://alias.estadao.com.br/noticias/geral,pioneiro-italiano-dos-contos-de-fada-gianbattista-basile-ganha-traducao,70002693187


  • Peça do músico Erik Satie é traduzida pela primeira vez no Brasil

    Publicado em 12/01/2019 às 22:29 10Sat, 12 Jan 2019 22:29:30 +000030.

    Sobre a “comédia lírica em um ato do Sr. Erik Satie com música de dança do mesmo senhor”, que acaba de ser publicada no Brasil sob o título A Armadilha de Medusa, em tradução de Marina Bento Veshagem, pesquisadora do programa de pós-graduação em estudos da tradução da UFSC, Armengaud afirmou que se tratava de um “objeto” aparentemente inclassificável, o qual ele próprio não conseguiria definir.

    confira a reportagem completa no site do Estadão https://alias.estadao.com.br/noticias/geral,peca-do-musico-erik-satie-e-traduzida-pela-primeira-vez-no-brasil,70002674843


  • Portaria Normativa 1/2018/PROPG – Entrega de Dissertações e Teses na BU/UFSC

    Publicado em 16/03/2018 às 17:24 05Fri, 16 Mar 2018 17:24:20 +000020.

    Prezados (as) discentes,

     

    A Pós-Graduação em Estudos da Tradução, atendendo à solicitação da Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG), repassa as orientações quanto aos novos procedimentos a serem adotados para a entrega de teses e dissertações na Biblioteca Universitária (BU).

    As orientações podem ser acessadas clicando aqui.

     

    Lembramos que, antes de ser entregue a versão impressa na Biblioteca Universitária, é necessário enviar para o e-mail da PGET (secpget@gmail.com) os seguintes arquivos para o cadastramento no Sistema:

    • Versão completa da tese ou dissertação em PDF;
    • Resumo contendo título e palavras-chave.