(Português) 2018

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07/12:

Café Ndimba

Hoje às 17h, acontece a 9a Edição do Café Ndimba promovida pela Kurima Bantu Mulheres e pelo Coletivo Kurima ( site painel UFSC com foto)
Para quem ainda está em Floripa ou já está tranquilo com o final do semestre a Kurima Bantu Mulheres MUDEMPODIRO – Mulheres em Desenvolvimento e Movimentos por Direitos para Ombembwá e o Coletivo Kurima – Estudantes Negras e Negros da UFSC convidam a todas/os a participarem da  9a Edição do Café Ndimba – “Intercâmbio Cultural: Conexões Ancestrais da Diáspora Africana”, atividade final que as entidades realizam este ano.
 Promovem o espaço de arte e cultura que vem possibilitar momentos de encontros para o fim de muitos bons ciclos de 2018.
Convidam a todas/os que desejarem apreciar contatos culturais nesta tarde, tranquilizarem corpo e alma participarem do Café Cantador.
Acontece nesta sexta 07 de dezembro, às 17h, no Caixa Preta, Térreo, bloco D do Centro de Comunicação e Expressão(CCE).
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Contam com a presença das convidadas:  a intercambista Elaine Rada (Etiópia -Jerusalém) e a estagiária Nailah Harris do curso de graduação em Estudos Globais da The New School University (NovaYork), ambas nossas apoiadoras pela Global Citizen Year e outros intercambistas convidados pelas apoiadoras.
Em destaque estão as duas jovens negras estrangeiras que procuraram as atividades e as entidades pelo interesse de ambas na cultura de matriz africana.  Depois de  participações e diversas articulações significativas com a artista e Profa. Roberta Lira, mestranda da PGET, com as intercambistas surge a oportunidade de visibilizar e possibilitar trocas culturais por meio do Café Ndimba, onde a Global Citizen Year vem somar com a Kurima Bantu Mulheres e o Coletivo Kurima, por experiências afrodiaspóricas. As jovens vem trazer algo de suas experiências de vidas afrodiaspóricas, do intercâmbio cultural e de suas conexões na diáspora afrobrasileira promovidas e possibilitadas no espaço universitário da UFSC por estudantes afirmadas/os corpogeopoliticamente, estas/es que seguem em (re) existências e em constante produção neste espaço de produção de conhecimento, que ainda não está preparado para elas/es. Estudantes das referidas entidades realizadoras  e de outras  entidades presentes na UFSC , que se movimentam motivadas principalmente para vencer desigualdades, a opressão racial na instituição, como pela ausência dos necessários referenciais afros, como pelo interesse da expansão das epistemologias de matriz africana. Necessidade básica de ensino, como para poderem se identificar, como para se verem representadas/os no espaço universitário e mundo, como  também pela necessária presença ostensiva da perspectiva decolonial e afrodiaspórica na universidade, por estes motivos tais estudantes negras/os seguem em ação. Ações que consistem principalmente em movimentações, conexões, investigações, criações, produções e fomentos de seus conhecimentos enquanto pesquisadoras/os universitárias/os afrodiásporicas/os brasileiras/os de diferentes níveis de formação, cheios de anseios, sonhos, planos para e muitas já com significativas realizações. Estas/es que visam por demais, a transcendência social(justiça, igualdade racial, direitos básicos de vida), como pela construção-presença de real diversidade epsitemologica na/s univeridade/s que dá base para a construção e movimentação da sociedade pelo papel formador e normatizador que exerce. Esperam muitas trocas, reflexões e encontros.
O Café Ndimba contou também para a realização de mais esta edição do com o apoio da Coordenação das @artescenicasufsc, do @vozesdezambi, do SINTUFSC, UFSC, da @pgetufsc, do @fanca, do Fomoven, dentre outros.
Certamente teremos momentos de poderosos encontros e lindas trocas ancestrais, cheios de axé.
Venham, participem, tragam sua presença e seu axé!
Por: Roberta Lira
Contatos:
Coletivo Kurima – Página Facebook e Instagram
Kurima Bantu – Página Facebook
Kurima Bantu Mulheres – Instagram
Diversifica UFSC Coletivo Kurima – Site UFSC

05/12:

Era uma vez… O conto dos Contos de Basile/Degani

Na próxima quarta-feira, 05/12, a Pós-Graduação em Estudos da Tradução convida para o lançamento do livro “Contos dos contos” e uma palestra que acontecerá na sala 307 – CCE/B, às 10:00hs.

03/12:

Jornada de Estudos Leopardianos

Na Segunda-feira, 3 de dezembro, ocorrerá a jornada de Estudos Leopardianos. O evento será realizado na sala 307 CCE/B, no período das 09h às 12h. Confira a programação abaixo:

30/11:

Palestra – Machado de Assis: Da iconografia à correspondência

29/11:

Aula-espetáculo com Bïa Krieger: “Chanson française e canção brasileira: um encontro poético”

A proposta desta aula-espetáculo é promover, como diria Augusto de Campos, uma viagem pelos confins da re-criação a partir de versões de canções feitas e gravadas por Bïa Kireger (também gravadas por outros intérpretes como Fafá de Belém, Rosa Passos, Henri Salvador). Durante o percurso, o intuito é navegar pelas etapas da recriação de algumas dessas canções reinventadas por meio da descoberta intuitiva do que se poderia chamar de âmago ou matriz do poema, ou seja, imagem central, palavra-chave – clé de voûte – em torno da qual a canção se desvela. A partir desse núcleo gerador, a canção se refaz, em forma de estrela, do centro para as pontas, por meio da experiência sensual e sensorial do cantar, do ritmar rimas e outras texturas sonoras para, assim, deslizar no macio da língua, pela pele da melodia. Durante o encontro, o desejo é compartilhar os elementos centrais desse processo criativo e permeá-lo com exemplos cantados ao vivo, com voz e violão. Bïa Krieger é uma cantora, autora e compositora brasileira radicada há vinte anos na França e no Québec. Reconhecida nesses territórios como artista e figura cultural, porta-estandarte do encontro entre francofonia e brasilidade, Bïa tornou-se pouco a pouco uma especialista em fazer versões. Chico Buarque em francês ou Henri Salvador em português se tornam, por meio de suas traduções tão poéticas quanto musicais, canções para o “povo de lá” ouvir, cantar, e chamar de suas.

Inscrições http://inscricoes.ufsc.br/aula-espetaculo-bia-participante

28/11:

Lançamento do livro A armadilha de Medusa

Nesta quarta-feira, dia 28/11, às 20h30, será lançado o livro A armadilha de Medusa, tradução de Marina Bento Veshagem, doutoranda do Programa de pós-graduação em Estudos da Tradução da UFSC. O livro é fruto de sua dissertação de mestrado desenvolvida no mesmo programa.

26/11:

Oficina de Tradução

Nosso próximo evento será a Oficina de Tradução Português>Inglês de Artigos Científicos na Área da Saúde, com Gilson Mattos, e será realizada em Porto Alegre, em parceria com a Abrates e a Astrajur. Ficaríamos muito gratos se pudessem divulgar entre os alunos do Programa de Pós-graduação em Estudos da Tradução da instituição. Seguem as informações:

Data: 18 e 19/01/2019 (sexta e sábado)
Horário: das 9h às 17h30 Carga horária: 14 horas
Local: Alfamídia – Av. Cristóvão Colombo 1496, Floresta – Porto Alegre/RS
Incluído: Apostila, Coffee Break e Certificado
Público-alvo: tradutores iniciantes ou com pouca experiência em versão de artigos científicos
Informações completas sobre o conteúdo, programação e palestrante: clique aqui.

Investimento:

Associados da ABRATES* R$ 280,00
Associados da Astrajur* R$ 320,00
Demais interessados R$ 400,00

*Enviar o comprovante de associação (link p/ perfil ou nº de associado) junto com o comprovante de pagamento da oficina

Obs.: caso você se inscreva até o dia 20 dezembro, pode parcelar o pagamento em duas vezes, desde que a primeira parcela seja paga até essa data.

Cancelamento com direito a reembolso:
Até 04/01/2019, sexta-feira, meia-noite (será descontado o valor da transferência bancária). Após essa data, não há reembolso, independentemente do motivo do cancelamento.

Inscreva-se:
Para se inscrever, siga o passo a passo:1- Clicar no link do formulário de inscrição ao final dessas instruções a partir de 23/11 às 9h.
3- Preencher todas as informações.
4- Fazer o pagamento (transferência ou depósito bancário).

Banco: Caixa Econômica Federal
Ag.: 0240 Conta poupança (Op. 013): 16507-4
OU
Banco: Itaú
Ag.: 0251 Conta corrente: 91979-1
Titular (duas contas): Cátia Franco de Santana CPF: 288918158-88

5- Enviar um e-mail com o comprovante de pagamento para contato@tradusa.com.br (junto com o comprovante de associação à Abrates ou Astrajur, se aplicável)

Será considerado inscrito quem seguir todos os passos e enviar o comprovante de pagamento. 

Clique aqui para ser direcionado ao Formulário de Inscrição.

Acompanhe o evento no Facebook clicando aqui.

23/11:

I Simpósio de Interpretação Simultânea Intramodal – LIBRAS

14/11:

Colóquio Direito & Tradução

CCJ – Ius Commune – PPGD – PGET – UFSC

O presente encontro tem como objetivo reunir estudiosos especializados na tradução de textos jurídicos, sejam fontes (latinas, p. ex.) e textos jurídicos em geral, tanto provenientes da área da tradução como do direito, de modo a construir uma inter-relação capaz de definir desafios, limitações e possibilidades na tradução de textos jurídicos. Far-se-ão exposições de estudiosos do direito e da tradução relatando suas experiências na tradução de obras jurídicas. Espera-se com isso estabelecer vínculos capazes de melhorar a qualidade da tradução de textos jurídicos no Brasil.
Participação de:

Prof. Dr. José Isaac Pilati (UFSC)
Prof. Dr. Arno Dal Ri Jr. (UFSC)
Prof. Dr. Diego Nunes (UFSC)
Prof.ª Me. Andréa Biaggioni (UNISP)
Juiz e Prof. Me. Márcio Schiefler Fontes (CNJ/ESMESC)
Me. Fernando Coelho (Doutorando PPGET/UFSC)

Inscrições: https://bit.ly/2qBghzb
Data: 14/11/2018 Horário:10h-12h
Local: CCJ Sala 303 (Sala Warat – PPGD)

08/11:

“O Pensamento Poetante” Jornada de Estudos sobre Giacomo Leopardi

Nos 220 anos do nascimento de Giacomo Leopardi (1798-1837), evoca-se o poeta, ensaísta e filólogo que é um dos grandes nomes da cultura italiana do século XIX.
Programa
10h00 | Abertura

S. E. o Embaixador de Itália, Uberto Vanni d’Archirafi; Luisa Violo (Diretora do Instituto Italiano  de Cultura); Rita Marnoto (Diretora do Instituto de Estudos Italianos/FLUC)

Pensamento poetante e poesia pensante

10h30 | Sessão 1 | Moderadora: RITA MARNOTO

NOVELLA BELLUCCI (Roma, La Sapienza)

«A riparlarci da qui a cent’anni». Le Operette morali come monito ai posteri.
GIUSEPPE LO CASTRO (Università della Calabria)
La teoria dell’amor proprio nello Zibaldone
GIANFRANCO FERRARO (IFILNOVA/FCT)
«Nulla al ver detraendo»: Giacomo Leopardi e o viver filosoficamente entre antigos e modernos
11h30 | Pausa para café
12h00 | ANTONIO PRETE (Videoconferência)
Con Leopardi
13h00 | Almoço
Leopardi e as culturas de língua portuguesa

14h30 | Sessão 2 | Moderador: ANDREA RAGUSA
MARIAGRAZIA RUSSO (Roma, Università Internazionale)
Curiosidades leopardianas sobre a língua portuguesa
MANUELE MASINI (FCSH-IELT/FCT)
Renúncia e Relembrança: a invenção da vida em Vida de Leopardi de Agostinho da Silva
ANTONIO CARDIELLO e PAOLO STELLINO (IFILNOVA)
A sabedoria silénica em Schopenhauer, Leopardi e Pessoa
16h00 | Sessão 3 | Moderadora: MARIAGRAZIA RUSSO
ANDRÉIA GUERINI (UFSC-CNPq)
O legado de Leopardi em Portugal: textos e paratextos
ANDREA RAGUSA (FCSH-IELT)
Ecos leopardianos na poesia de Antero: o Album de Vila do Conde
17h00 | Leituras por Io Appolloni
18h00 | Encerramento
Comissão científica: Andréia Guerini (UFSC-CNPq), Andrea Ragusa (IELT), Rita Marnoto  (FLUC), Gustavo Rubim (IELT).
Comissão organizadora: Andréia Guerini (UFSC-CNPq), Andrea Ragusa (IELT), Gianfranco Ferraro (IFILNOVA), Marta Faustino (IFILNOVA).

07/11 a 05/12:

Ciclo Rei Lear

07/11:

III Jornada do Núcleo de Estudos Irlandeses

O Núcleo de Estudos Irlandeses (NEI, CCE/UFSC) convida a comunidade da UFSC e demais interessado/as para a III Jornada do Núcleo de Estudos Irlandeses, dia de 07/11, quarta-feira, das 09h30 às 18h30.
O tema deste ano é “(Con)Figurações de famílias na literatura e no cinema irlandeses”. Além das palestras da professora convidada Margaret Kelleher (University College Dublin), do professor Ian Walsh (National University of Ireland, Galway) e da escritora Sinéad Gleeson, teremos participação discente com comunicações de aluno/as dos Programas de Pós-Gradução em Inglês e Estudos da Tradução e também exposição de pôsteres de aluno/as da graduação, tanto de IC quanto de TCC.
Buscamos fazer um evento com participação em todos os níveis e abarcar não só a produção acadêmica mas também cultural, com a presença da escritora e antologista irlandesa. Sinéad Gleeson editou The Long Gaze Back, livro que reúne contos de escritoras irlandesas do final do século XVII até os dias de hoje.
Circularemos listas de presença em cada um dos turnos para emissão de certificados

05/11:

Giacomo Leopardi (1798 – 1837) e o seu legado: Biblioteca Nacional de Portugal/UFSC

Esta mostra assinala o 220.º aniversário do nascimento do poeta italiano Giacomo Leopardi e procura refletir sobre o seu legado literário e sobre a receção da sua obra em Portugal e no Brasil.

A mostra, que apresenta traduções portuguesas e brasileiras, é comissariada por Andrea Ragusa e Andréia Guerini (UFSC-CNPq) e resulta de uma parceria entre a Biblioteca Nacional de Portugal, o Instituto Italiano de Cultura, o IELT, o IFILNOVA, o Instituto de Estudos Italianos (FLUC) e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Para maiores informações acesse: http://www.bnportugal.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1384%3Adestaque-giacomo-leopardi-1798-1837-e-o-seu-legado-5-nov-18&catid=169%3A2018&Itemid=1394&lang=pt

05/11 a 09/11:

Anacronias da-na literatura italiana e movimentos possíveis

29/10 a 30/10:

2º Simpósio do GEFLIT

Prezados (as) discentes e docentes,

 

Estão abertas as inscrições para o II SIMPÓSIO DO GEFLIT (Grupo de Estudos Feministas na Literatura e na Tradução – UFSC), com o tema Escrituras de Mulheres. O objetivo é trazê-las para o centro das discussões, como, por exemplo, aquelas propostas por Hélène Cixous (1975), nas quais as mulheres se inscrevem, se colocam no texto, levando para a cultura escrita suas vivências e variáveis assim como seus corpos historicamente marginalizados e sexualizados pelos simbolismos da linguagem patriarcal. O movimento de escrita de mulheres tem denunciado como a linguagem reproduz a desigualdade social de gênero e transformado a escritura num espaço de contestação e subversão. Nesse sentido, são bem-vindos trabalhos que discutam o papel das mulheres escritoras e tradutoras; literatura e tradução de autoria de mulheres; gênero e interseccionalidades na literatura e na tradução; leitura e tradução de mulheres em seus contextos; as subjetividades de mulheres em suas escrituras; projetos e propostas feministas para a literatura e tradução; teorias e críticas feministas na literatura e na tradução.

II SIMPÓSIO DO GEFLIT: ESCRITURAS DE MULHERES será realizado nos dias 29 e 30 de outubro de 2018, na Universidade Federal de Santa Catarina, no Centro de Comunicação e Expressão da UFSC, Bloco B, salas a serem definidas.

Inscrições até 12 de setembro: clique aqui.

As orientações para a submissão de trabalhos se encontram, clicando aqui.

Mais informações: geflit.ufsc@gmail.com

20/10 a 26/10:

2º Encontro de Práticas Culturais e das Artes de Matriz Africana

20/10 e 21/10 (sábado e domingo)

Residência Artística – Presenças Negras em Cena: Corpos e Sentidos- Compondo também a programação do 8º Maçã em Fatias

13h às 19h – no Caixa Preta- Bloco D do CCE

Proposta: Vivências individuais e coletivas pelo fazer musical e performances de preparação para as práticas cotidianas e artísticas.

Artistas ministrantes: Roberta Lira e Mateus Aleluia

Artistas convidadas/os

Voz e Violão: Mateus Aleluia

Voz e Cena: Roberta Lira

Violão: Jylson Martins

Percussão: Dário Cunha

Público Participante: Coletivos, CA’s, discentes e docentes.

*A atividade é interna, voltada para formação da equipe de produção e colaboradores do II EPRACUAMA, para a qualificação e fortalecimento das atividades que serão oferecidas na programação.

22/10 (segunda-feira)

18h40 – Abertura oficial do II EPRACUAMA

19h – Aula-Show Afro-Erudita com o músico Mateus Aleluia e lançamento do livro Nós, os Tincoãs” e dos álbuns: “Fogueira Doce” e “Os Cinco Sentidos”, de sua autoria.
Mateus Aleluia é brasileiro natural de Cachoeira, na Bahia, compositor, cantor e instrumentista. É remanescente do grupo vocal “Os Tincoãs” onde, juntamente com Dadinho (criadores do perfil artístico ideológico dos Tincoãs), passou a exteriorizar, a partir de 1963, o sentimento ancestral que temperou o perfil cultural do Recôncavo baiano e, em particular, da cidade de Cachoeira, com o lançamento de 5 LPs e 4 compactos. A partir de 1983, passa a viver em Angola, onde desenvolveu um projeto de pesquisa cultural para a Secretaria de Estado da Cultura de Angola, retornando ao Brasil em 2006. Em 2010, lança seu primeiro disco solo, “Cinco Sentidos”, produzido pelo selo Garimpo e patrocinado pela Petrobrás. É autor, junto com Carlinhos Brown, da canção “Maimbê Dandá”.

Evento gratuito e aberto ao público. Retirada de senhas poderão ser feitas uma hora antes do evento. Sujeita à lotação do espaço.

23/10 (terça-feira)

13h – Cantos Negros:  Tecnologias de (Re)Existências que Alimentam e Nutrem Almas

Artista ministrante: Roberta Lira

Ementa: Na oficina serão trabalhados alguns caminhos de experimentações com o canto e as relações  entre a presença corporal, a atmosferas internas e externas e os diversos elementos que sensibilizam, alimentam e nutrem a alma por meio das sonoridades de matriz africana. Experimentos entre práticas de consciência corporal e performance,  em uma proposta de imersão coletiva com os cantos negros, identificados pela pesquisadora como tecnologias de (re) existência em seu diferentes processo em desenvolvimento que fazem parte dos trabalhos de pesquisas de cantora, atriz e produtora cultural Roberta Lira.

Facilitando as reflexões sobre existência,  valores ancestrais e a busca de caminhos de (re)sistência à violência colonial contemporânea, para sua superação, harmonização individual e coletiva.

Número de vagas: 40

Evento gratuito.

A solicitação de inscrição deverá ser enviada para o email informando no assunto o nome da atividade e, no corpo da mensagem, nome completo, idade,  telefone, número do RG e do CPF.  As inscrições serão feitas por ordem de chegada dos pedidos e a produção enviará um email confirmando a participação.

24/10 (quarta-feira)

18h30 – Vivência em Dança dos Orixás: Iyàgabà

Artista ministrante: Professora Ana Paula Cardozo

Sinopse: Ìyagbà (lê-se yaba) – palavra de origem Yorubá que significa mãe senhora e faz menção ao poder ancestral feminino. Ìyagbà é o trabalho desenvolvido por Ana Paula Cardozo Silva, que intenta desenvolver o conhecimento dos valores tradicionais da cultura yorubá através da dança e do canto, entendendo que o corpo é veículo de asé (força vital) e de informação ancestral. A vivência aborda a cultura afro-brasileira e do oeste africano através dos ritmos, dos cantos e das danças, com especial enfoque aos valores civilizatórios presentes nessa matriz cultural como a coletividade, o cooperativismo, a ludicidade, a circularidade, a corporeidade, a energia vital (axé), o respeito, a oralidade e a territorialidade.

Número de vagas: 40

Evento gratuito.

A solicitação de inscrição deverá ser enviada para o email informando no assunto o nome da atividade e, no corpo da mensagem, nome completo, idade,  telefone, número do RG e do CPF.  As inscrições serão feitas por ordem de chegada dos pedidos e a produção enviará um email confirmando a participação.

 

25/10 (quinta-feira)

19h – Espetáculo: Vô me esconde aqui!

Sinopse: Chove torrencialmente! Curalina Fosfosol precisa se esconder da chuva. Entra num recinto e dá de cara com o público. Aproveita o momento para compartilhar suas emoções e se satisfazer com o prazer de contar histórias enquanto espera a chuva passar. Compartilha uma história de aventura e um amor nada convencional. Quando a chuva passa, se despede e continua sua jornada pela vida…

 

19h 45min- Roda de conversa com o tema: Representatividade Negra e Descolonização por meio da Palhaçaria

Atriz/palhaça: Drica Santos

Direção: Karla Concá / As Marias da Graça

Assistente de Direçaõ: Vera Ribeiro / As Marias da Graça

Figurino: Nazareth de Medeiros

Produção Executiva e técnica: Luciana Santos

Projeto Gráfico: Daniel Olivetto

Evento gratuito e aberto ao público. Retirada de senhas poderão ser feitas uma hora antes do evento. Sujeita à lotação do espaço.

26/10 (sexta-feira)

19h – Mesa Redonda – As Artes Negras da Cena e a Movimentação da Branquitude

Convidadas:

– Drica Santos – Atriz, palhaça e Professora Dra. (Teatro – UDESC)

– Lia Schucman – Psicóloga e Professora Dra. (USP)

– Roberta Lira – Cantora, atriz e Professora mestranda (PGET – UFSC)

– Renata Lima – Psicóloga e mestranda (PPGP – UFSC)

– Fátima Costa de Lima – Professora Dra (Teatro –UDESC)

Número de vagas: 40

Evento gratuito.

A solicitação de inscrição deverá ser enviada para o email informando no assunto o nome da atividade e, no corpo da mensagem, nome completo, idade,  telefone, número do RG e do CPF.  As inscrições serão feitas por ordem de chegada dos pedidos e a produção enviará um email confirmando a participação.

Realização:  Coletivo Kurima – Estudantes Negras e Negros da UFSC e Kurima Bantu Mulheres Mudempodiro.

Idealização, Coordenação Geral e Pedagógica do EPRACUAMA:  Artista,  Profa. e Mestranda da PGET(UFSC)  Roberta Lira

Organização: Coletivo Vozes de Zambi, Coordenação de Artes Cênicas, Coletivo Kurima – Estudantes Negras e Negros da UFSC e Kurima Bantu Mulheres Mudempodiro.

Equipe Kurima Bantu Mulheres e Coletivo Kurima:

Coordenação Geral e Pedagógica do EPRACUAMA: Roberta Lira

Produção Executiva: Sandra Santos Costa e Mwewa Lwmbwe

Produção: Alê Abreu e Amanda Duarte

Realização:  Coletivo Kurima – Estudantes Negras e Negros da UFSC e Kurima Bantu Mulheres Mudempodiro.

Organização: Coletivo Vozes de Zambi e Coordenação de Artes Cênicas, Coletivo Kurima – Estudantes Negras e Negros da UFSC e Kurima Bantu Mulheres Mudempodiro.

Equipe Kurima Bantu Mulheres e Coletivo Kurima:

Coordenação Geral e Pedagógica do EPRACUAMA: Roberta Lira

Produção Executiva: Sandra Santos Costa e Mwewa Lwmbwe

Produção: Alê Abreu e Amanda Duarte

17/10:

Palestra Pós-Graduação no Exterior

16/10:

Escrituras de la prensa de Brasil y del Río de la Plata: lectura comparada, edición y traducción

Mesa redonda
Escrituras de la prensa de Brasil y del Río de la Plata: lectura comparada, edición y traducción  
  • Leonardo Cabrera: “La edición como aproximación al mejor fallo posible”.
  • Iván Fernández: “Contar historias: Crónicas de Eliane Brum y Leila Guerriero” (FIC, Udelar).
  • Rosario Lázaro Igoa: “Las Irrupciones de Mario Levrero en Pontis en portugués: Nuevos parentescos cronísticos” (PNPD/CAPES-PGET/UFSC, Brasil).
16/10, 19:00 hs. Salón 110, FIC-Udelar.
San Salvador, 1944.

15/10 a 18/10:

Módulo de capacitação jurídica para Intérpretes de LIBRAS/Português

10/10:

Evento Samuel Beckett

09/10 a 11/10:

Tendências estratégicas em Políticas Linguística: Línguas da ciência e Eduacação Superior

03/10 a 05/10:

IV Colóquio Antropologias em Performance

A Programação do evento está disponível no folder abaixo

01/10 a 05/10:

II Congresso Nacional de Pesquisas em Linguística e Línguas de Sinais; VI Congresso Nacional de Pesquisas em Tradução e Interpretação de Libras e Língua Portuguesa e o V Encuentro de Sordos e Interpretes de Lengua de Señas da América Latina.

  • II Congresso Nacional de Pesquisas em Linguística e Línguas de Sinais; VI Congresso Nacional de Pesquisas em Tradução e Interpretação de Libras e Língua Portuguesa e o V Encuentro de Sordos e Interpretes de Lengua de Señas da América Latina.  Os objetivos destes eventos são:
    • Difundir as investigações realizadas pelos pesquisadores da área de linguística da língua de sinais, proporcionando um espaço amplo de discussões a respeito do tema e seu intercâmbio com diferentes campos de conhecimento (linguística, tradução e educação).
    • Retratar a realidade existente dos professores de Libras e pesquisadores de língua de sinais no Brasil e buscar estratégias de formação continuada a partir dos resultados e propostas apresentadas pelas pesquisas acadêmicas.
    • Reunir estudantes e pesquisadores de línguas de sinais de diferentes países da América Latina. Também professores e pesquisadores de língua de sinais do Brasil, bem como, envolver acadêmicos da graduação interessados em consolidar na Universidade Federal de Santa Catarina um espaço fértil que possibilite a reflexão sobre a presença deste profissional no meio acadêmico.
    • Socializar as pesquisas relacionadas com os estudos linguísticos das línguas de sinais e com os estudos no campo da tradução e interpretação de línguas de sinais que estão acontecendo na América Latina.
    • Fortalecer interações entre os pesquisadores de línguas de sinais da América Latina.

01/10:

Minicurso: Registro de libras em textos literários e acadêmicos – 01/10 às 10:30

Prezados (as) discentes,

  • A Pós-Graduação em Estudos da Tradução convida para o Minicurso:

    Registro de libras em textos literários e acadêmicos 

    Ministrante: Doutorando Nelson Pimenta de Castro

    Data: 01/10/2018

    Horário: 10h30min – 12h00min

    Local: Sala 309, CCE – Bloco B

27/09:

Colóquio:

“O Estético e o Teórico na Tradução da obra de Sigmund Freud”

 26/09:

Dia do Tradutor:

 Conversa com as professoras Maria Aparecida Barbosa

 e Dirce Waltrick do Amarante sobre tradução 

 

” Eu traduzo o mundo… ele começa com a alegoria”

Prof.ª Dr.ª Maria Aparecida Barbosa

“A tradução através do espelho”

Prof.ª Dr.ª Dirce Waltrick do Amarante

Mediação:  Prof.ª Dr.ª  Andréia Guerini

Data: 26 de setembro de 2018

Local: Sala 125 – CCE/Bloco A – 1° Andar

Horário: 15h30min

Prezados (as) discentes,

24/09 a 28/09:

Convidamos para participar da XXXVIII Semana do Tradutor 2018, que acontecerá de 24 a 28 de setembro, cujo tema será “Caminhos da Acessibilidade: o papel sociocultural da Tradução”.

O evento ocorre anualmente, desde 1980, na Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP) campus de São José do Rio Preto, e é organizado por uma comissão formada por docentes e discentes do curso de Bacharelado em Letras com Habilitação em Tradução da universidade sede.

Informações no site: https://38semanadotradutor.wixsite.com/unesp

17 a 19/09:

A Pós-Graduação em Estudos da Tradução teve a honra de receber a Professora Dr.ª Nora Basurto na conferência de abertura do XI Seminário de Pesquisas em Andamento (SPA PGET).

 

Programação Completa com os dias e horários de apresentações das pesquisas dos (as) discentes pode ser conferida, clicando aqui.

03/09 a 07/09:

TRADUCCIÓN LITERARIA EN URUGUAY:

POR UN ABORDAJE CRÍTICO DE TRADUCCIONES Y TRADUCTORES

Curso de Educación Permanente “Traducción literaria en Uruguay: Por un abordaje crítico de traducciones y traductores”, con Walter Carlos Costa (PGET/UFSC & POET/UFC) y Leticia Hornos (FHUCE) en la Facultad de Humanidades. Programa y demás detalles en adjunto.

Carga horaria: 17 horas

Docentes participantes: Walter Carlos Costa (vía teleconferencia), Leticia Hornos, Rosario Lázaro Igoa

Fecha de dictado: Viernes 31 de agosto al 07 de setiembre de 2018

Frecuencia: Lunes 03/09 a viernes 07/09, cinco encuentros presenciales obligatorios.

Horario: 18.30 a 21.30; el primer encuentro (31/08) es virtual y es de 18.30 a 20.30hs.

Destinatarios: 1. Egresados y estudiantes avanzados de las carreras de Letras y Lingüística (FHUCE), Ciencias de la Comunicación (FIC) y Traductorado (FDer); 2. Profesores de Lengua y Literatura; 3. Investigadores del área de Letras, Edición, Traducción, Periodismo y Teatro, entre otros; 4. Periodistas culturales en general.

Objetivos del curso: 1. Ofrecer herramientas de diferentes abordajes críticos de la traducción (Antoine Berman, Haroldo de Campos, Katharina Reiss, Henri Meschonnic y Jiří Levý, entre otros), y destacar su pertinencia para la investigación, la docencia y el periodismo cultural; 2. Analizar una serie de textos traducidos (del inglés, portugués, alemán y francés) de diversos géneros textuales (prosa, poesía, teatro, cómic, teoría-crítica) por parte de diferentes traductores; 3. Contribuir a la reflexión de la traducción literaria en Uruguay por medio del trabajo crítico sobre textos traducidos y publicados mayormente en nuestro país en diferentes momentos históricos.

Programa adjunto

Nota: se recomienda el conocimiento de al menos una de las lenguas extranjeras que se usarán en el curso. El no dominio de las cuatro lenguas no invalida la posibilidad de realizar el curso, ya que el énfasis de los módulos será en el funcionamiento de los textos traducidos en la tradición literaria uruguaya.

Más información e inscripciones: http://fhuce.edu.uy/index.php/ensenanza/posgrados/cursos-educacion-permanente/cursos/7654-traduccion-literaria-en-uruguay-por-un-abordaje-critico-de-traducciones-y-traductores

28 e 30/08:

Ciclo de Palestras do Professor Dr. Georges L. Bastin da Université de Montréal/Canadá – UFSC, UFC e UnB – Agosto de 2018

 

A Pós-Graduação em Estudos da Tradução tem o prazer de anunciar o Ciclo de Palestras do Professor Georges L. Bastin, da Université de Montréal/Canadá, no âmbito da Escola de Altos Estudos da Capes, coordenado pela professora Andréia Guerini. O professor Bastin estará no Brasil de 11 a 31 de agosto de 2018 e irá proferir palestras na UFSC, UFC e UnB.

Na UFSC:
Dia 28/08/2018: 

Palestra: Cinco de siglos de historia de la traducción en Hispanoamérica 

Horário: 14h30min

Local: Auditório Henrique Fontes – CCE/Bloco B

 

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Dia 30/08/2018 – 1ª Aula Inaugural do DLLE

Inscrição gratuita (para certificados): clique aqui.

Palestra: Los indispensables paratextos en historia de la traducción   

Horário: 15h00min

Local: Auditório Henrique Fontes – CCE/Bloco B

 

Cartaz da 1ª Aula Inaugural do DLLE

 

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O professor Georges L. Bastin, (http://georgesbastin.ca) é Doutor em Estudos da Tradução pela Universidade de Paris III, e professor titular do Departamento de Linguística e Tradução da Université de Montréal e diretor da revista Meta. Ministrou cursos de doutorado e workshops sobre teoria, revisão e história em várias universidades europeias e latino-americanas. Seus interesses de pesquisa são a pedagogia e a história da tradução. É autor de ¿Traducir o adaptar? (1998), coautor de Iniciación a la traducción (2006), Charting the Future of Translation History (2006) y de Profession traducteur (2012). Publicou vários capítulos de livros e artigos em revistas com arbitragem por pares. Dirigiu também várias edições dos periódicos TTR e Meta. Coordena o Grupo de investigación Historia de la traducción en América Latina HISTAL (http://histal.net). Foi Presidente da Associação Canadense de Estudos de Tradução (ACT-CATS) (2006-2010) e é Presidente da Associação Canadense de Escolas de Tradução (ACET) e membro da OTTIAQ (Ordre des traducteurs, terminologues et interprètes agréés du Québec, Ordem dos tradutores, terminológos e intérpretes juramentados do Quebec).

27/08:

Palestras de Maged El Gebaly (Aswan University/Egito)

O PROLETRAS (Mestrado Profissional em Letras) e o programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução da UFSC têm o prazer de anunciar as Palestras de Maged El Gebaly (Aswan University/Egito), no dia 27 de agosto de 2018, no Centro de Comunicação e Expressão.

A primeira palestra, “Desafios na tradução da Hora da Estrela, de Clarice Lispector para o árabe”, acontecerá, às 14h00, na sala 307-CCE/B. A segunda palestra, “Travessias e desafios da introdução dos estudos da língua portuguesa no Egito”, acontecerá às 19h00 na sala 431-CCE/B.

Resumos das palestras e a minibiografia do palestrante:

Desafios na tradução da Hora da Estrela, de Clarice Lispector

Em 24 junho 2018, foi lançada a tradução árabe de Hora da Estrela de Clarice Lispector, traduzido por Maged Elgebaly e publicada pela editora Kotob Khan no Egito. Essa análise trata dos desafios da tradução de literaturas de língua portuguesa em geral e especificamente do caso da tradução do português ao árabe de Hora da Estrela de Clarice Lispector. Aqui vamos apresentar o processo dessa tradução, desde os inícios da leitura tradutória, passando pela busca de todo tipo de problemas no ato tradutório e chegando até a recepção da obra no mercado editorial egípcio e árabe.

Travessias e desafios da introdução dos estudos da língua portuguesa no Egito

Em 2014 criamos o primeiro curso de bacharelado em língua portuguesa e suas letras do Egito, na Aswan University, com o objetivo de formar alunos com habilitação nessa língua. Neste artigo, apresentamos essa experiência, refletindo sobre o papel do ensino da língua portuguesa no desenvolvimento da comunicação intercultural. Analisamos também os problemas encontrados no cultivo do ensino e da aprendizagem dessa língua.

Minibiografia:

Maged ElGebaly é coordenador do Departamento de Língua Portuguesa da Aswan University, no Egito. Foi o tradutor de Hora da Estrela, de Clarice Lispector ao árabe. Formado em Letras Árabes e Espanhol em 1999, ele foi tradutor do Ministério de Cultura do Egito, tem mestrado em Linguística pelo Instituto Caro Y Cuervo (2005) e doutorado em Tradução pela Ain Shams University (2011), e outro doutorado em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo (2012)

20/08:

Mesa-Redonda “Tradução e Ensino de LE:

um novo olhar na tessitura das habilidades linguísticas” 

 

Local: Sala Machado de Assis – CCE/Bloco B – 4° andar

Horário: 9h

15/08:

Colóquio Realismo Literário Burguês

O Programa de Pós-Graduação em Literatura, a Pós-Graduação em Estudos da Tradução da Universidade Federal de Santa Catarina e o NUCLEA – Núcleo de Estudos Contemporâneos de Literatura de Expressão Alemã (que se constitui) convidam para o Colóquio Realismo Literário Burguês

 

Aurélio de Figueiredo, O Último Baile da Ilha Fiscal, 1905, óleo sobre tela, 125 x 97 cm -1.jpg

Abre a programação o Professor Victor da Rosa com a palestra a respeito da ficção de Machado de Assis. No período da tarde sucedem comunicações de pesquisadores da UFSC acerca do realismo literário burguês em expressão alemã. O Colóquio tem a finalidade de fomentar os estudos comparados entre a literatura de expressão alemã e trabalhos afins do âmbito da literatura brasileira. A rotunda para as discussões é “a pose”. Na esteira do artifício a literatura teoriza espelhamentos, linguagem de duplos, representações, écfrases literárias fundadas em noções materialistas, positivistas. A “reificação” e a “verossimilhança” perfazem na constelação de seus respectivos conceitos os vértices do Colóquio.

Local: Sala Drummond – Centro de Comunicação e Expressão/ Bloco B – Térreo – Universidade Federal de Santa Catarina

Apoio: Curso de Letras – Alemão Departamento de Língua e Literatura Estrangeiras

Organização: Maria Aparecida Barbosa, Jefferson Michels,0 Cláudia Peterlini

Programação:

9h

Palestra: Victor da Rosa, Professor da Universidade Federal de Ouro Preto “Salão de poses: notas para uma teoria da moda na ficção de Machado de Assis”

Resumo: Esta palestra procura abordar algumas das maneiras pelas quais a ficção de Machado de Assis tratou a questão da moda. Seja por meio do estudo dos costumes e dos trajes, sobretudo das alterações de suas formas, e seja ainda por uma relação específica que seus relatos estabelecem com o tempo, o escritor não apenas esteve atento ao problema da moda, como também fez dele motivo de várias das suas criações. Desenvolve tal abordagem a partir de três perspectivas críticas: a de uma tradição que discutiu o problema das mercadorias no século XIX, sobretudo com Balzac e Walter Benjamin; por meio de um diálogo com uma espécie de “metafísica da aparência” mais contemporânea, que surge aqui por meio dos trabalhos de Boris Groys e Emanuele Coccia; e finalmente em diálogo com alguma crítica machadiana – de Roberto Schwarz e José Miguel Wisnik aos mais recentes Idelber Avelar e Ana Luiza Andrade.

14h20min:

Prosa literária em Berlim e em Viena

 “Arthur Schnitzler e sua Viena diante do espelho” Pedro Heliodoro Tavares

Resumo: O historiador e biógrafo Peter Gay em “Schnitzler’s Century – The making of Middle class culture 1815-1914”, se utiliza deste escritor e dramaturgo em um misto de biografia com historiografia como artifício para dar conta de uma época paradigmática. Schnitzler como “reflexo” e “refletor” de seu tempo é o que procurou-se aludir com o título desta comunicação. Trata-se do espelho que se levanta à revelia da “boa burguesia” vienense, revelando para além de seu esplendor cultural e intelectual, para além da sede do grande império, todas as nuances das injustiças, hipocrisias e contradições que ali se apresentavam. Nessas caracterizações tão bem expressas da célebre frase “Sicherheit ist nirgends” a realidade social é retratada como uma perturbadora dança de Eros com Tanatos. Não à toa Schnitzler é constantemente lembrado como aquele que um dos mais célebres vienenses de seus tempos chegou a caracterizá-lo como uma forma de duplo artístico: ninguém menos que Sigmund Freud, fundador da Psicanálise.

“Retratos realistas? as várias faces da cidade” Maria Aparecida Barbosa

Resumo: Esta comunicação sublinha na literatura a ideia de Mimese exposta no sentido de “verossimilhança”, “reificação”, “Verdinglichung” (Santiago, Costa Lima, Safranski). O objeto que abre a reflexão é a prosa de E. T. A. Hoffmann. Nela afloram as questões da pose: “difícil se vestir num estilo que não deixe transparecer suposições acerca da profissão, nem de longe dê pistas sobre a atividade do homem. Tanto procede a concepção que os trajes do cidadão mundano se determinam essencialmente pela escolha negativa, que isso vai redundar no seleto bom-gosto de se enfeitar menos e se afinar com o despojamento” (no romance Os Elixires do Diabo). A narrativa tematiza o artefato, a cidade, os travestimentos, as aparências, as máscaras; o faz pelas écfrases intermináveis com a condução do narrador, apontando de certo modo as noções positivistas de causa e efeito (Huyssen), sintagmáticas (Jakobsen), que o século XX em sua crítica materialista estuda pelo viés da “cognoscibilidade” (Benjamin), quando empreende a revisão histórica da literatura do século XIX (Sebald).

16h20min:

Realismo burguês na Suíça, na Alemanha, na Áustria

Debatedora: Claudia Peterlini

Título: “O fetiche pela mercadoria na literatura de Gottfried Keller” Rafael Sens

Resumo: A comunicação levanta questões acerca do diálogo entre a obra do suíço-alemão Gottfried Keller e o fetiche pela mercadoria (Marx), surgido concomitantemente à industrialização na Europa. O ponto de partida da discussão é a novela Kleider Machen Leute (O traje faz o homem), de 1874, que narra as aventuras de um alfaiate que se faz de aristocrata e engana toda uma cidade por vestir uma casaca elegante. “Não se tratava de gente estulta ou simplória (…) Entretanto, como sua abastada cidade era pequena, estavam sempre ávidos de uma novidade” (KELLER, 1952, p.26). Aspectos fetichistas da mercadoria, sobretudo o fascínio pela moda, logo se apresentam como disfarce de desejos da classe dominante (BENJAMIN, 2006, p.109). De simples contra-mestre alfaiate a especulador financeiro, a trajetória do protagonista constitui a alegoria de uma época. Com o objetivo de aprofundar questões suscitadas pela leitura análitica da novela, este estudo dialoga também com abordagens teóricas que sublinham o papel do objeto manufaturado na narrativa realista burguesa (RANCIÈRE, 2009, p.34), segundo as quais não haveria coisa alguma que não carregasse em si “potência de linguagem”. A mercadoria-fetiche, portanto, seria um signo em que se cifra uma história.

“O realismo poético de Adalbert Stifter” Paulo Vitor Schlichting Peçanhuk

Resumo: O ponto de partida da discussão é a literatura do escritor austríaco Adalbert Stifter (Boêmia/República Tcheca, 1805-Áustria/Linz, 1868), o conto Der Condor (1840), cuja trama se abre ao contato às demais formas de arte. A narrativa apresenta sobretudo a vida burguesa do século XIX, e faz isso ao longo de quatro partes que acompanham os eventos relacionados ao encontro entre o jovem artista Gustav e a moça Cornelia. A trama é palco de descrições por demais minuciosas, característica estilística fundamental da literatura de Stifter. O escritor não fazia em seu texto distinções entre coisas “significantes” e “insignificantes” (CARPEAUX, p. 1518). A comunicação investiga dois elementos que se destacam da narrativa: o espaço e o tempo, decorrentes das falas dos personagens “e o faz de uma maneira tão simples, pura e nobre que não é possível encontrar em sua obra qualquer palavra crua, e muito poucas palavras saborosamente populares” (AUERBACH, 2013, p. 465). São segmentos da pesquisa que levam a identificar e a refletir a natureza do realismo burguês de língua alemã, provinciano e alheio à “consciência da vida moderna” (AUERBACH, 2013, p. 463). O que acima de tudo parece patente para a análise é a ausência da faculdade de síntese por parte do autor, tendo em vista a predominância das descrições espaciais, característica apontada ironicamente por Carpeaux (2008, p. 1514).

“Evocação sinestésica no conto ‘Unter dem Tannenbaum’, de Theodor Storm” Hassur Scapin

Resumo: A comunicação trata daquela escrita detalhista e minuciosa que era característica de meados do século XIX em expressão alemã, focada no narrador, no ambiente, nas narrativas sobretudo dos próprios escritores burgueses. Theodor Storm, nasce nesse século no ano de 1817, em uma pequena cidade Alemã na fronteira com a Dinamarca, e se estabelece como escritor de novelas e contos com destaque para as mais célebres: Immensee e Der Schimmelreiter (em português: o Lago Immen e o cavaleiro do cavalo branco). Publicado em 1864, o conto Unter dem Tannenbaum (sob a árvore de Natal) apresenta uma memória sinestésica de acontecimentos do passado das personagens, suscitadas pelo aroma de um bolo de Natal. O clima nostálgico domina toda a trama e é a motriz dos acontecimentos dessa família no dia de Natal, as lembranças da infância são entremeadas com a narrativa em tempo presente sobre falta de uma árvore de natal. Buscando uma discussão e maior entendimento do conto esta pesquisa levanta três principais discussões 1º) descrição do ambiente e das personagens; 2º) a forte presença do narrador, 3º) a evocação memorialista das personagens. Sempre fazendo ligações com o momento literário de Realismo Burguês e em diálogo com estudiosos como Erich Auerbach, que faz uma distinção entre o Realismo Alemão, provincial, e o francês ligado às grandes cidades. A interlocução também se dá com Otto Maria Carpeaux, que fala da importância e da recorrência da memória nas obras de Storm

09/08:

Aula Inaugural PGET 2018.2

“Sobre a história das traduções em língua romena”

Profª. Drª. Albumiţa-Muguraş Constantinescu

Local: Auditório Henrique Fontes – CCE/UFSC

Horário: 10h00min

Albumiţa-Muguraş Constantinescu

É tradutora e professora no Departamento de Línguas e Literaturas Estrangeiras na Universidade Ştefan cel Mare em Suceava na Romênia. Trabalha com tradução cultural, história, recepçao e crítica das traduções. Seus projetos de pesquisa envolvem a tradução principalmente enquanto diálogo intercultural.
É editora-chefe desde 2014 da Revista romena Atelier de traduction (revista que publica em francês).
Como tradutora, ganhou vários prêmios, o mais recente foi o Prêmio da União dos Escritores Romenos por sua traduçao de De l’Hospitalité (Da hospitalidade), de Alain Montandon.
É autora de um importante livro, La traduction entre pratique et théorie (A traduçao entre prática e teoria), de 2005.

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09/08:

Encontro com os (as) discentes

e Recepção dos (as) novos (as) discentes PGET

Convocamos todos (as) os (as) discentes da Pós-Graduação em Estudos da Tradução para participarem da Reunião coordenada pelos (as) Representantes Discentes que acontecerá no dia 09 de agosto às 13h45min no Auditório Henrique Fontes – Bloco B do CCE.

Além do mais, informamos que ocorrerá uma nova eleição para a Representação Discente, com vigência de um ano a contar da data do resultado. A eleição ocorrerá no dia 09 de agosto, no período das 09h às 12h e das 13h30 às 16h. O resultado estará disponível no site da PGET na sexta-feira, 10 de agosto, até às 12h. Destacamos que todos (as) os (as) discentes (as) da PGET têm direito a votar em um(a) candidato (a) de seu segmento.

Os (as) interessados (as) em se candidatar deverão enviar um e-mail até o dia 03 de agosto, às 17h, para: secpget@gmail.com com os seguintes dados: Nome completo e Nível (mestrado ou doutorado).

Frisamos a obrigatoriedade da participação dos (das) bolsistas, pois serão discutidos assuntos de interesse comum a todos (as).

Reforçamos ainda a obrigatoriedade dos (as) bolsistas estarem participando da Aula Inaugural que acontecerá também no dia 09 de agosto às 10h. 

 Pautas da reunião:

– Recepção dos(as) novos(as) discentes (as);

– Apresentação do Regimento da PGET;

– Novos informes sobre as bolsas CAPES Excelência;

– Seminário de Pesquisa em Andamento (SPA/PGET);

– Assuntos diversos de interesse dos(as) discentes.

Local: Auditório Henrique Fontes

Horário: 14h

OBS: Evento Obrigatório para Bolsistas PGET

09/08:

“Ações Afirmativas: Africanidades e Indianidades”

Destacamos que a presença de discentes e docentes no evento é de suma importância, pois se trata de uma grande inciativa da PGET – a implementação da Política de Ações Afirmativas (PAA).

Nós, estudantes negras e negros do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução – PGET, convidamos a todas e a todos a participarem do evento “Ações Afirmativas: Africanidades e Indianidades” que acontecerá no dia 09 de agosto de 2018 às 16h. O evento será realizado em virtude de nosso programa implementar a Política de Ações Afirmativas – (PAA). Efetivada neste semestre de 2018-2 com o lançamento do edital de processo seletivo, esta será a primeira implementação de uma PAA em um dos Programas de Pós-Graduação do Centro de Comunicação e Expressão (CCE/UFSC). Neste evento, recepcionaremos as primeiras candidatas negras inscritas e aprovadas por essa PAA da PGET. O acontecimento também contribuirá para conscientizar todas/os participantes do programa (discentes, docentes e Técnicos em Assuntos Educacionais – TAEs), a comunidade universitária e a sociedade em geral para as ações afirmativas, nossas africanidades e indianidades.

O evento trará vozes de convidadas/os pós-graduandas/os negras/os e indígenas não cotistas e cotistas da Universidade Federal de Santa Catarina apresentando nossas trajetórias acadêmicas e de nossos relatos de experiências enquanto estudantes e/ou professoras/es, coordenadoras/es, pesquisadoras/es, artistas-ativistas, militantes, da PGET e de outros programas de pós-graduações da UFSC. Nesta mesa visibilizaremos a diversidade de nossos percursos universitários e profissionais, que destacam a interseccionalidade das nossas causas negras e indígenas, em que estão presentes questões de gênero, de classe social, entre outras.

A partir desse evento prevemos futuramente a organização de seminários, grupos de estudos, articulações conscientes de diversas/os professoras/es, discentes, TAEs da PGET e de outras pós-graduações.

Este evento foi idealizado pela mestranda da PGET, Roberta Lira, e incentivado pela Profª Drª Dirce Waltrick do Amarante (coordenadora) e organizado pelas mesmas justamente com os/as doutorandos/as da PGET Me. Fabrício Henrique Meneghelli Cassilhas (Feibriss), Prof. Me. Jefferson Bruno Moreira Santana, Me. Yéo N’gana e as docentes também da PGET Profª Drª Karine Simoni (subcoodenadora), e Profª Drª Evelyn Schuler Zea. O evento também conta com o apoio do Coletivo Kurima e Kurima Bantu Mulheres MUDEMPODIRO (Mulheres em Desenvolvimentos e Movimentos por Direitos para Ombembwá).

Estudantes Afros e Indígenas da PGET

* SITE:  http://diversifica.ufsc.br/kurima/

** PDF: http://diversifica.ufsc.br/files/2013/03/cartilha_diversidade_arquivo_%C3%BAnico.pdf) p.6

Horário: 16h

Local: Auditório Henrique Fontes – Térreo – Bloco B – Centro Comunicação de Expressão (CCE/UFSC)

Participantes da mesa

Cristiano Mariotto

Formado em Serviço Social pela Universidade Estadual de Londrina, Paraná, Brasil. Mestre em Serviço Social pela Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil. Conselheiro de Estado para Povos Indígenas de Santa Catarina, Brasil, mandato 2014 a 2016. Professor Indígena na Escola Pira Rupã, da Aldeia Pira Rupã em Palhoça, Santa Catarina, Brasil, na disciplina de Contexto Indígena e Linguagem. Consultor técnico da ONU em 2014/2015 para Tecnologia de Comunicação e Informação de Juventude Indígena no Brasil. Consultor técnico da ONU em 2012 para o Governo do Distrito Federal sobre Participação Social no Distrito Federal para Comunidades Tradicionais de Terreiro, Ciganos e população Afrodescendente.

Fabrício Henrique Meneghelli Cassilhas (Feibriss)

Fabrício Herique Meneghelli Cassilhas (também conhecida como Fabris ou Feibriss) é tradutorx de histórias e professorx de inglês. Possui Licenciatura em Língua Inglesa e Bacharelado em Tradução pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Concluiu seu mestrado no Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução (PGET) na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e atualmente é doutorandx no mesmo programa. No ensino de língua inglesa, atualmente tem priorizado a produção de material didático a partir do uso de textos literários escritos em língua inglesa por pessoas negras africanas. Faz parte do neTrans (Núcleo de Estudos e Pesquisas de Travestilidades, Transgeneridades e Transexualidades/UFSC) e do Núcleo Literatural (Núcleo de Literatura Brasileira Atual – Estudos Feministas e Pós-Coloniais de Narrativas da Contemporaneidade). Quanto a suas produções artísticas, atualmente organiza o Sarau Vozes Negras e o projeto de contações de histórias Contra a Hipocrisia Colonial.

Geni Daniela Núñez Longhini

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (UFSC), na linha "Gênero e suas inter-relações com geração, etnia e classe". Mestre no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social (UFSC). Graduada do curso de Psicologia da UFSC. Em 2011, atuou como bolsista de Iniciação Científica no Núcleo de Pesquisa Margens- Modos de Vida, Família e Relações de Gênero, na pesquisa "Psicologia e estudos de masculinidades: análise documental da Revista Estudos Feministas e Cadernos Pagu". Em 2012-2013/1, foi bolsista de Iniciação Científica no NEP – Núcleo de Estudos em Psicanálise, na pesquisa "Efeitos do feminino no exercício da Psicologia no Brasil" Interessa-se pelas questões de gênero, pensamento decolonial (enfoque na contribuição indígena, negra e lésbica), veganismo, anarquismo e psicanálise.

Jefferson Bruno Moreira Santana

Possui graduação em Letras pela Universidade Federal do Espírito Santo (2007) e mestrado em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (2010). Atualmente é professor assistente da Universidade Federal do Espírito Santo e doutorando no Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução (PGET/UFSC). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Língua Portuguesa e em tradução e interpretação Libras (Língua Brasileira de Sinais)/Língua Portuguesa, atuando principalmente nos seguintes temas: tradução e interpretação Português-Libras, literatura, tradução cultural, tradução literária, libras, textos e contextos artísticos e literários.

Renata Lima

Graduada em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina. Mestranda em Psicologia Social PPGP/UFSC; Pós-graduanda em Psicodrama pela Locus Psicodrama Clínica & Escola. Integra a coordenação da Articulação Nacional de Psicólogas/os Negras/os e Pesquisadoras/es em Relações Raciais e Subjetividades – ANPSINEP – Santa Catarina.e a Comissão de Direitos Humanos CRP-12 Tem experiência na área de Psicologia na Educação Complementar (Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – SCFV – Assistência Social) e Psicologia Clínica. Interesse principalmente nos temas: Psicologia e Relações Étnico Raciais, Psicologia e Educação, Feminismos, Gênero, Sexualidades, Direitos Humanos e Políticas Públicas.

Roberta Lira

Cantora, atriz, performer, produtora cultural, curadora, professora de cantos e musicalização infantil, pesquisadora de arte e cultura de matriz africana. Bacharela em Artes Cênicas e mestranda do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução da UFSC. Atualmente tem feito performances musicais. Tem realizado investigações culturais e artísticas sobre os processos das relações de afeto e violência entre grupos étnico-raciais negros e brancos. Dirigiu a performance “Senzala 13”; a performance “A Caixa Branca”; idealizou e coordena o Projeto A Beleza de Nossos Corpos Negros,  o conjunto de: exposição, livro e  documentário. É a Diretora Executiva do Kurima Bantu Mulheres Mudempodiro e a Diretora de Projetos, Arte e Cultura do Coletivo Kurima – Estudantes Negras/os da UFSC.  Idealizou o Diretora Vozes de Zambi: Voz, Performance, Cena e Consciência Negra (desde 2012) – projeto de extensão e coletivo (UFSC). É a idealizadora e coordenadora do Intercâmbio Brasil/Peru de Mulheres Negras: Empoderamento como Ferramenta de Desenvolvimento, Igualdade e Justiça.

Yéo N’gana

Doutorado (em andamento) em Estudos de Tradução, Processo de Retextualização, pela Universidade Federal de Santa Catarina (PGET/UFSC) e bolsista CAPES/PECPG. Possui Graduação em Letras (Português) pela Universidade Félix Houphouët Boigny (UFHB – 2010) e Mestrado em Letras (Sociolingüística) pela Universidade Félix Houphouët Boigny (UFHB – 2014). Membro do Núcleo de Pesquisa Historia da Tradução (CNPq/UFSC). Revisor na Revista Cadernos de Tradução do Programa de Pos-graduação em Estudos da Tradução (UFSC). Especialização em Desenvolvimento Sustentável e Gestão Ambiental pelo Centre de Recherches et dAction pour la Paix (CERAP). É autor do livro de poesia No Trânsito da Vida. Coeditor da Acácia-revista de Tradução (http://revista-acacia.com.br/). Também tem experiência em tradução/interpretação de conferências nas línguas francês, inglês e português.

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01/08:

 

V Seminário de Egressos PGET:

Trajetórias

 

Cartaz do V Seminário de Egressos PGET: Trajetórias

 

03/07

Palestra do Prof. José Antonio Sabio Pinilla

(Universidade de Granada):

 “História da tradução do Brasil:

questões de pesquisa”

A palestra, que pretende refletir sobre a história da tradução  do Brasil, estrutura-se em três partes: a primeira parte é dedicada a  estabelecer as relações gerais entre a História da Tradução e os Estudos  de Tradução; a segunda parte resume a investigação realizada no Brasil e  a terceira e última parte aponta algumas linhas futuras de pesquisa no  intuito de caracterizar a especificidade da história da tradução brasileira.

Horário: 10h
Local: Sala Harrys Laus – Biblioteca Central (BU) – 1° andar

José Antonio Sabio Pinilla

É Professor Titular da Universidade de Granada (Espanha). Licenciado em Filologia Hispânica (1980) e Doutor em Filologia Românica pela Universidade de Granada (1987), com a tese de doutoramento La crítica a Os Lusíadas en Portugal (1572-1987). Suas áreas de pesquisa são: língua e literatura portuguesa, tradução português-espanhol, teoria e história da tradução, paremiologia da língua portuguesa. Foi Diretor da Faculdade de Tradução da Universidade de Granada entre 1998 e 2004.

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03/07

Mesa-Redonda: 

História e Tradução. Tradução e História

A tradução e a história têm muitos pontos de articulação. Encontros e desencontros, erros de tradução. A história estuda viajantes, a tradução também. A história estuda as literaturas nacionais e literaturas universais, a tradução estuda literaturas traduzidas. A história se interessa pelos aspectos que permitem a atuação de hierarquias de poder em diferentes épocas, a tradução se propõe difundir conhecimento e encontra caminhos para abater os bloqueios erigidos pelos poderes em diferentes âmbitos políticos, sociais, culturais ou religiosos. Chegou o momento em que os estudos historiográficos sobre tradução, as relações tradução e história; e história e tradução se façam visíveis, contrastem hipóteses e resultados, e reflexionem conjuntamente sobre os problemas que durante tanto tempo têm sido considerados como pertinentes para uma ou outra disciplina de maneira isolada. Essa mesa redonda, HISTÓRIA E TRADUÇÃO, se propõe tal abordagem.

Historiografia da tradução no espaço ibérico: autores, temas e textos

Dr. José Antonio Sabio Pinilla – Universidad de Granada (Espanha)
jasabio@ugr.es
Com base no livro Historiografía de la traducción en el espacio ibérico. Textos contemporáneos de Pilar Ordóñez López e José Antonio Sabio Pinilla (Cuenca: Universidad de Castilla-La Mancha, 2015), tentarei refletir sobre a importância das antologias para o conhecimento do estudo histórico da tradução num espaco determinado. A partir dessa constatação, apresento o livro (um reader ou manual de leituras guiadas) tomando em consideração os seguintes tópicos: a) conceitos de ‘historiografia’ e ‘ibérico’; b) estrutura e concepção da obra; c) os autores; d) temas e tendências; e) âmbitos de influência, e f) disciplinas envolvidas no estudo e descrição da história da tradução do espaço ibérico.

Traduzindo a diferença. Notas sobre a história de um (des)encontro em 1500 

Dr. Sílvio Marcus de Souza Correa (PPGH/UFSC)
silvio.correa@ufsc.br
Em seu artigo “A história de um erro de tradução”, Alan Bass (1985) ressalta que os verbos em alemão transferir (übertragen) e traduzir (übersetzen) podem ser sinônimos, assim como no inglês as derivações translate transfer. Transportar palavras de uma língua para outra é, geralmente, o que faz o tradutor. O historiador é também um tradutor quando transporta para o presente um passado cognoscível, isto é, já decifrado por ele. Nesse sentido, a comparação de Freud da linguagem dos sonhos àquela dos hieróglifos e, por conseguinte, da prática do psicanalista daquela do tradutor, tem correspondência ao trabalho do historiador. O historiador traduz o passado. A história é tradução e transferência, ou seja, um veículo que move a interpretação do passado e a compreensão do mesmo. Como tradução, a história traduz a diferença. O historiador não tem o Outro na sua frente. Suas fontes são os vestígios deixados pelos Outros. A alteridade pretérita deixou alguns rastros. Como hieróglifos, tais rastros devem ser transformados numa linguagem compreensível para o presente. Nesse sentido, tem-se a tradução como transformação (Derrida, 1987).    
Com base na carta de Pero Vaz de Caminha de 1500 e de outros textos quinhentistas, sustento a hipótese que a primeira língua usada durante o encontro entre adventícios e nativos na costa do atual Brasil foi uma língua da Guiné. Em segundo, destaco algumas passagens na carta de Pero Vaz de Caminha em que o remetente faz tradução/transferência da realidade percebida para o seu destinatário, inclusive ressalto um erro de tradução que foi, curiosamente, apontado pelo próprio autor da carta. Por último, trago elementos da carta de Caminha para mostrar o quanto o encontro de adventícios e nativos foi intermediado pela experiência africana dos primeiros. Com esses exemplos, procuro mostrar que a carta de Caminha é um registro que traduz/transfere/transforma o Outro, ao mesmo tempo, ela oferece ao historiador matéria para tradução.   

Fragmentos textuais entre tradução e história

Doutoranda Liliane Vargas Garcia (PGET – UFSC)
Rastro99@gmail.com
Esta leitura pretende acercar-se a um exercício de crítica tradutória mais além da problemática da palavra ou do texto escrito, por arrastar e implantar cultura e história, como elementos discursivos diacrônicos e sincrônicos à tradução. Calila e Dimna, um texto tecido por traduções das quais nenhuma é original, é a primeira obra de narrativa ficcional de origem oriental traduzida à língua castelhana, aproximadamente em 1251. A recepção do Kītab Kalīla wa-Dimna permite recuperar fragmentos disseminados pelos encontros culturais e ressignificar desdobramentos da prática tradutória no contexto histórico literário. Sem a pretensão de esgotar a reflexão com conclusões decisivas, consideram-se alguns dados históricos para exemplificar rastros de assimilação e disseminação cultural. Deste inventário, refere-se à relação linguística cultural derivada do aramaico e do pehlevi – língua arquetípica de Calila e Dimna para, a partir de sua tradução, indagar expressões discursivas e formais constituídas pela narrativa em prosa literária e engendradas através de apólogos e fábulas – estruturas conceituais definidas, separadas e amalgamadas através de seu percurso de transmissão tradutória. Como os enunciados em contextos distintos produzem efeitos diversos e aludem usos diferentes, exemplificam-se casos de transliteração e apagamento linguísticos e culturais. Ao considerar que sob os processos de enunciação tradutória permanece o fato de que os enunciados não são culturalmente análogos, observa-se como a tradução provoca conceitos e produz histórias diferentes. No trabalho significante da linguagem, tradução e história transladam fragmentos por ideia e ideias por fragmento.

 Reedição do Popol Vuh em versos. POPOL VUH. Gordon Brotherston.Org. Sérgio Medeiros e Gordon Brotherston

Dr. Sérgio Medeiros UFSC/PGET
panambi@matrix.com.br
Esta reedição de uma das cosmogonias mais importantes do Novo Mundo, conhecida como Popol Vuh (Livro do Conselho), apresenta o texto original do século XVI, em maia-quiché, tal como era falado e escrito nas montanhas da Guatemala, e sua tradução integral para o português (tomou-se como referência o original e a tradução para o inglês de Munro Edmonson, considerada a mais inovadora  de todas). Diferentemente de outras edições para o inglês, o espanhol e outras línguas, que apresentam um  texto simplificado em prosa, a presente versão recupera os dísticos originais, oferecendo ao leitor de língua portuguesa toda a riqueza imagética e sonora deste poema épico que narra a vida na Mesoamérica, desde a criação do mundo até os primeiros contatos com os conquistadores espanhóis.

Viajantes religiosos e laicos no Brasil colonial

Dra. Martha Pulido (PGET/UFSC – UdeA)
marthaluciapulido@gmail.com
O interesse em observar a maneira como os termos tupis vão se integrando nos relatos dos viajantes tem a ver com uma preocupação por tentar entender em que momento o ato tradutório tem verdadeiramente lugar na terra brasileira. Para Berman, o momento tradutório tem lugar na experiência do estrangeiro, para Paul Ricoeur na experiência da hospitalidade que se oferece para o estrangeiro. Numa pesquisa anterior, na qual tratamos dos relatos dos viajantes evangelizadores, apresentávamos a seguinte colocação em condicional: “se o que fizeram os cronistas religiosos estava motivado pelo  intercâmbio cultural, que é o fundamento da atividade tradutória, ou tratava-se bem mais de uma imposição linguística e cultural, que utilizava a língua estrangeira para ativar essa imposição” (PULIDO 2016, p. 281). O conhecimento do Brasil –e mesmo de América- pelos viajantes estrangeiros, religiosos ou laicos, se constitui num espaço de pensamento tendencioso, na medida em que esse novo universo é comparado com Europa. É nesse ponto que a experiência do estrangeiro fracassa –em consequência, também a experiência de tradução.

Mediação: Dirce Waltrick do Amarante

 Horário: 15h
Local: Sala Drummond – Térreo – CCE/Bloco B

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 19/06 

Workshop de Silvana Mota-Ribeiro:

 “Como analisar imagens?

Perspetivas e técnicas de análise em acção – rumo a uma tradução visual”

A análise de imagem é uma área ainda pouco estudada e realizada no âmbito da tradução e da comunicação, na generalidade dos países. Para vencer o medo de olhar para as imagens, este workshop realizará uma panorâmica breve de diferentes modos de analisar imagens, fornecerá instrumentos concretos de análise e irá colocá-los em prática, com as e os participantes, mostrando a sua utilidade crucial entre diferentes línguas e culturas, numa espécie de tradução visual….

Horário: 14h

Local: Sala Machado de Assis – CCE/Bloco B, 4° andar.

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 18/06 

 Palestra de Silvana Mota-Ribeiro:

 “Semiótica social e multimodalidade:

desvendando e traduzindo significados e discursos”

 

A palestra pretende abarcar o universo da semiótica social e da multimodalidade enquanto formas de Análise Crítica do Discurso, como o objetivo de mostrar efetivamente como são cruciais para desvendar e identificar significados e discursos em vários textos, nomeadamente visuais e multimodais.

Horário: 14h

Local: Auditório Henrique Fontes – CCE/Bloco B, Térreo.

Nota biográfica:

Silvana Mota-Ribeiro é Professora Auxiliar do Departamento de Ciências da Comunicação, da Universidade do Minho, Portugal, e investigadora do CECS, Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade.

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07 e 08/06 

III SILETTRAD – Simpósio sobre Léxico, Lexicografia, Terminologia e Tradução (07 e 08/06)

Nos dias 07 e 08 de junho de 2018, no Centro de Comunicação e Expressão da UFSC, ocorrerá o III SILETTRAD – Simpósio sobre Léxico, Lexicografia, Terminologia e Tradução.

As atividades e debates realizados no evento deste ano se destinam a pesquisadores, docentes, tradutores e alunos de graduação e pós-graduação do Brasil e do exterior que se interessem pelas áreas concernentes à língua, linguagem, tradução, elaboração, uso e análise de dicionários e estudos sobre o léxico através de diferentes vieses.

Cartaz do III SILETTRAD

Maiores informações do evento estão disponíveis na página: https://silettrad.wixsite.com/2018, ou pelo e-mail silettrad@gmail.com

 24/05 

 Lançamento de livro e Mesa Redonda:  

O que é uma tradução oulipiana? Publicação de Ágata de Florianópolis

Coordenação: Profa. Dra. Martha Pulido.

Participam:

A Profa. Dra. Martha Pulido e o grupo de tradutores de Ágata de Florianópolis falarão sobre a experiência inédita de fazer uma tradução oulipiana. Para elaborá-la, o grupo imitou o processo levado em conta pelo próprio autor, Jacques Jouet, no momento da criação/tradução de Ágata de Medellín, em 2011. A primeira versão da criação/tradução Ágata de Medellín foi elaborada em quatro jornadas de 8 horas cada uma. A primeira versão da tradução/criação de Ágata de Florianópolisfoi elaborada em cinco jornadas de 6 horas cada uma. À medida que o grupo avançava na tradução, enviava o resultado ao autor. Terminadas as cinco jornadas, seguiram várias semanas de revisão. Para justificar a denominação de tradução oulipiana, o grupo leva em conta as obras literárias produzidas pelos escritores que fazem parte de OULIPO (Ouvroire de littérature potentielle) [Oficina de literatura potencial], e que seguem um método que cada autor estabelece para cada obra particular. Em Ágata de Florianópolis, o grupo se valeu do método explicado acima, implementando assim, um método oulipiano aplicado à tradução. Em Ágata de Beyrouth (2009), o método oulipiano utilizado por Jacques Jouet consistiu em uma performance pública, (à maneira de Ágata de Medellín). Zeina Abirached trabalhou lado a lado com Jacques Jouet durante 3 jornadas de 8 horas cada. Jacques Jouet escrevia, Zeina Abirached ilustrava: uma tradução oulipianaintersemiótica.

 Horário: 10h

Local: Sala Drummond – Térreo – CCE/Bloco B

24/04

IV Colóquio de Tradução 

Os Domínios da Tradução: Da Técnica à Científica

A programação completa pode ser conferida na seguinte imagem:

 

Horário: 8h30 – 18h

Informações no site: http://coloquiodetraducao.ufsc.br/

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Parte 2 – Tarde

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17/04

Palestra de Carlo Severi

 “Transmutating beings: A proposal for an anthropology of thought”

Carlo Severi é  um Antropólogo Italiano, professor da Escola de Estudos Avançados em Ciências Sociais (EHESS) de Paris.

Local: Auditório Henrique Fontes

Horário: 18h30min

Vídeos:

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28/03

I SEMINÁRIO DE PESQUISAS (SPA) DINTER

Local: Auditório Henriques Fontes – CCE/UFSC

Data: 28 de março de 2018 – Quarta-Feira

Horários: 8h00-11h30 e 13h30-16h30

PROGRAMAÇÃO:

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PARTE 1

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 PARTE 2

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22/03

Mesa-redonda: ‘Die Verwandlung’, de Franz Kafka,

no Brasil e no Rio da Prata

Horário: Quinta 22 de março, 10hs.
Local: Sala Machado de Assis, CCE, Bloco B.

Participantes:
Daisi Vogel (PóS-JOR/UFSC);
Leticia Hornos Weisz (FHCE/UdelaR)
Pedro Heliodoro Tavares (Letras Alemão, PGET/UFSC, PPGLLA/USP).

Coordenação: Walter Carlos Costa (PGET/UFSC, POET/UFC, CNPq)

Organização: Rosario Lázaro Igoa (PNPD/CAPES-PGET) & Walter Carlos Costa (PGET/UFSC, POET/UFC, CNPq)

Apresentações:

“A metamorfose, de Kafka: que se lê, que se vê?”
Daisi Vogel
Ítalo Calvino disse alguma vez que o verdadeiro desafio de um escritor é falar sobre a confusão de sua época “usando uma linguagem transparente ao ponto de atingir um nível alucinatório, como fez Kafka”. Há muito a conversar sobre a hipótese de uma linguagem transparente, porém me detenho ainda antes, na ideia mesma do desafio de falar sobre a confusão de uma época, de propriamente escrever essa confusão, ou ainda traduzi-la. Associo esse desafio à leitura de A metamorfose, de Kafka, um texto que proporciona o que chamo de efeitos de experiência: percepções sobre a relação existente não apenas entre a linguagem de um relato e a confusão de uma época, mas também entre o que se lê e o que se vê, o que se faz visível a partir da palavra e o que, mesmo agarrado à materialidade bruta da linguagem, se mantém não-visto. As anotações aqui reunidas derivam de leituras feitas em aulas práticas de jornalismo (redação e grande reportagem) que trabalham o desafio de ver e escrever o não-visto e o não-escrito a partir do que, em Kafka, se pode ler e ver, mas também ler e não ver.
Palavras-chave: Kafka; A metamorfose; escrita; experiência, percepção.

“Traducir en contrapunto. ‘La metamorfosis’ de Héctor Galmés y su revisión de Borges”
Leticia Hornos Weisz
En 1975, el escritor Héctor Galmés (1933-1986) reinstaló la presencia de Franz Kafka en el medio cultural uruguayo con una nueva traducción de “La metamorfosis” (Montevideo, Ediciones de la Banda Oriental). En el prefacio, Galmés expuso el motivo principal que impulsó su labor: revisar la traducción de Jorge Luis Borges (Buenos Aires: Losada, 1938) para ofrecerle al lector rioplatense un texto adaptado a las nuevas coordenadas socio históricas de producción. A partir de una serie de “diferencias” detectadas en su cotejo del original con la traducción de Borges, pero sin aspirar a la crítica pormenorizada, Galmés intentó restituirle al texto meta una serie de rasgos ausentes en la traducción “borgiana” de 1938, según lo expuesto en el prefacio. El análisis de ese y otros paratextos permite reconstruir parte del proyecto de traducción subyacente a las transacciones microtextuales operadas por el uruguayo y, por otro lado, problematizar las jerarquías y las tensiones producidas por las prácticas traductivas en el sistema literario receptor.

“Traduções da ‘Transformação’ e as transformações das traduções – ‘Die Verwandlung’ de Franz Kafka no Brasil”
Pedro Heliodoro Tavares
A partir do instigante trabalho de Celso Cruz sobre as diferentes traduções, bem como de sua própria tradução, da obra Die Verwandlung (A metamorfose/A transformação) do escritor tcheco Franz Kafka pretende-se aqui observar os necessários, os contingentes e os deliberados efeitos transformadores inerentes ao fazer tradutório, bem como a discussão sobre o impacto da tradição de recepção de uma obra sobre as possibilidades das retraduções, sejam elas no sentido da atualização ou da busca pelo aprimoramento.

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20/03

Mesa redonda “Tradução comentada de Clássicos”

 

  • A Tradução como crítica Literária: Grande sertão: Veredas

         Prof. Dr. Berthold Zilly (Universidade de Berlin/PGET/UFSC)

  • A Genius from Another Planet: Translating Clarice Lispector

          Prof. Dr. Alexis Levitin (SUNY-Plattsburgh, New York)

  • Tradução Comentada e Estudos da Tradução

          Prof. Dr. Walter Carlos Costa (POET/UFC, PGET/UFSC, CNPq)

  • O que é Literatura Comentada? Ideologia e conceito

         Profa. Dra Marie Helene C. Torres (PGET/UFSC, POET/UFC, CNPq)

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Local: Auditório Henriques Fontes – CCE/UFSC

Horário: 9h30 – 12h

Organização: Professores Dirce Waltrick do Amarante, Marie Helene C. Torres e Walter C. Costa

14/03

 Palestra de Mele Pesti

“Espionagem no computador da tradutora:

sobre alguns problemas na tradução de ‘Cidade de Deus’ para o estoniano”

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Horário: 10h

Local: Auditório Henrique Fontes – CCE B

Organização: Karine Simoni (PGET/UFSC) & Walter Carlos Costa (PGET/UFSC, POET/UFC, CNPq

12/03

Aula Inaugural PGET 2018.1

“Ecopoesia Brasileira:

Reflexões sobre a Conceptualização e Tradução de um Corpus Literário”

Malcolm K. McNee
Professor Associado de Português e Estudos Brasileiros
Smith College

No seu livro, The Environmental Imaginary in Brazilian Poetry and Art (2014), Prof. McNee considera a poesia contemporânea como um campo vital de pensamento ecológico, engajando locais e problemas ambientais de escalas variadas e, ao nível mais conceitual, interrogando e desestabilizando contrapontos entre o eu e o ambiente, o humano e o não-humano, a natureza e a cultura. Nesta aula inaugural, Prof. McNee reflexionará sobre sua definição de ecopoesia e sua experiência traduzindo, para compor este corpus literário, uma seleção de poemas de Manoel de Barros, Josely Vianna Baptista, Sérgio Medeiros, Dora Ribeiro, e André Vallias, entre outros. Os vários desafios na tradução destes poemas iluminam ou espelham nuances e complexidades na conceptualização de ecopoesia como categoria crítica e corpus literário.

Horário: 10h
Local: Auditório Henrique Fontes – CCE/Bloco B, Térreo

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08/03

Palestra “Souza – poeta e tradutor – e o conceito de “transcriação poética”

+ Lançamento do Livro “Enigmas”

Prezados (as) discentes,

Dia 8 de março, às 14h30min, na Sala Machado de Assis – CCE/Bloco B, 4° andar – acontecerá a palestra “Souza – poeta e tradutor – e o conceito de “transcriação poética” com a Profa. Dra. Luizete Guimarães Barros (UFSC-UEM).

Haverá ainda o lançamento do Livro Enigmas, de Adalberto de Oliveira Souza.

O livro Enigmas traz a edição trilíngue de Enigmas e sensações de 1999, livro de poemas curtos criados, em português e francês, por Adalberto de Oliveira Souza, professor de literatura francesa da UEM – Universidade Estadual de Maringá. A tradução ao espanhol é feita por Luizete Guimarães Barros, com revisão de Rafael Camorlinga Alcaraz, ambos professores aposentados da UFSC.