Últimos lançamentos de Livros de Docentes e Discentes da PGET

11/06/2018 15:55

Prezados (as) discentes, 

 

Apresentamos os últimos lançamentos de livros de Docentes e Discentes da PGET: 

 

 

Ágata de Florianópolis

Capa do livro “Ágata de Florianópolis: Segundo Ágata de Medellin de Jacques Jouet”

 

Tradutores: Angelica Micoanski Thomazine, Antônia Elizângela de Morais Gehin, Beatrice de Távora, Cassiano Teixeira de Freitas Fagundes, Cleonice Marisa de Brito Naedzold de Souza, Francinaldo de Souza Lima, Mariane Oliveira Caetano, Marina Piovesan Gonçalves, Martha Lucía Pulido Correa, Mary Anne Warken Sobottka, Virgínia Castro Boggio

Editora: Clipart

 Resumo

Ágata de Florianópolis é uma tradução oulipiana. Para elaborá-la, o grupo imitou o processo levado em conta pelo próprio autor, Jacques Jouet, no momento da criação/tradução de Ágata de Medellín, em 2011. A primeira versão da criação/tradução Ágata de Medellín foi elaborada em quatro jornadas de 8 horas cada uma. A primeira versão da tradução/criação de Ágata de Florianópolis foi elaborada em cinco jornadas de 6 horas cada uma. À medida que o grupo avançava na tradução, enviava o resultado ao autor. Terminadas as cinco jornadas, seguiram várias semanas de revisão. Para justificar a denominação de tradução oulipiana, o grupo leva em conta as obras literárias produzidas pelos escritores que fazem parte de OULIPO (Ouvroire de littérature potentielle) [Oficina de literatura potencial], e que seguem um método que cada autor estabelece para cada obra particular. Em Ágata de Florianópolis, o grupo se valeu do método explicado acima, implementando assim, um método oulipiano aplicado à tradução. Em Ágata de Beyrouth (2009), o método oulipiano utilizado por Jacques Jouet consistiu em uma performance pública, (à maneira de Ágata de Medellín). Zeina Abirached trabalhou lado a lado com Jacques Jouet durante 3 jornadas de 8 horas cada. Jacques Jouet escrevia, Zeina Abirached ilustrava: uma tradução oulipianaintersemiótica.

 

 

 

Clássicos da Teoria da Tradução – Volume 2: Antologia Bilíngue Francês-Português (2ª ed. revisada e ampliada) – 2018

Capa do livro “Clássicos da Teoria da Tradução”

 

Organização: Marie-Hélène Catherine Torres Narceli Piucco, Gilles Abes, Cláudia Borges de Fáveri.

Editora: Clipart

 Resumo

Esta 2ª Edição de Clássicos da Teoria da Tradução – Antologia Bilíngue Francês-Português vem dar continuidade ao projeto de publicação de importantes textos que versam sobre a prática da tradução através dos tempos. Optou-se por uma apresentação diacrônica dos textos, o que também pode revelar ao leitor a evolução do pensamento e das práticas teorizadas pelos autores em períodos determinados:
Renascimento
A maneira de bem traduzir de uma língua para outra de Dolet, e Defesa e ilustração da língua francesa de Du Bellay.

 

Século XVII

Regras da tradução ou meios para aprender a traduzir de latim em francês baseadas em algumas das melhores traduções da atualidade de Gaspard de Tende; Carta de Nicolas Perrot d’Ablancourt, endereçada ao conselheiro e primeiro secretário do rei, Valentin Conrart ; Prefácio de Anne Dacier a sua tradução, em prosa, do grego ao francês, de Les Poésies d’Anacréon et de Sappho.

 

Século das Luzes
Antoine Arnauld, Regras para distinguir as boas e más críticas das traduções da Santa Escritura em francês, no que concerne à língua ; Jean le Rond d’Alembert, Observações sobre a arte de traduzir em geral e sobre este ensaio de tradução em particular; Charles Batteux, Princípios da literatura ; Prefácio de Saint-Simon ao Ensaio sobre o homem de Pope ; e dois verbetes da Enciclopédia : “Tradução, versão” da Enciclopédia” de Nicolas Beauzée e “Tradução” – Suplemento da Enciclopédia.” De Jean-François Marmontel.

 

Século XIX
Do espírito das traduções de Mme de Stäel; prólogo à tradução das Obras de Shakespeare de Victor Hugo; e dois textos de Marcel Schwob: Prefácio a uma tradução de Catulo em versos marotianos e Da arte de traduzir.

 

Século XX
Variations sur les Bucoliques de Virgile de Paul Valéry.

 

 

 

No Trânsito da Vida

Capa do livro “No Trânsito da Vida”

 

Autor: Yéo N’Gana 

 Resumo

No Trânsito da vida a vida tem uma vida. Desde a infância passando pela velhice até a pós-vida, ela é uma poesia. Seus versos – cujas ondulações ora aceleradas e velozes, ora mais calmas e lentas – levam o leitor por labirínticas paisagens interiores formulando perguntas que abrem caminhos que servem como sinais à busca de uma saída individual segura. No horizonte onde se adivinham respostas universais, a luz diminui ante as dúvidas existenciais. As palavras, cintilantes, surgem doces como a embriagada infantilidade do jazz. O leitor transita entre pensamentos guiados pelo eu lírico através do olhar do outro para resultar num olhar outro sobre si e sobre os outros. Se ‘a melhor poesia é a natureza’. O que é então a vida? É um sonho? Torto ou lento? É uma rocha? Ou uma caixa incolor?

 

No Trânsito da vida tece reflexões sobre a própria poesia, sobre o escrever, o criar, o viver, a problemática do existir, a aparência e o tédio dos tempos atuais.

 

 

Palavra de Tradutor

Capa do livro “Palavra de Tradutor”

 

Organização: Márcia A. P. Martins e  Andréia Guerini 

Editora: EdUFSC

 Resumo

Este livro, como o título indica, reúne reflexões acerca de concepções de tradução e do fazer tradutório a partir do ponto de vista de diferentes tradutores brasileiros. São reflexões não sistematizadas, produzidas em momentos históricos diferentes, que cobrem um arco temporal de mais de duzentos anos, começando no final do século XVIII e se estendendo até os nossos dias. São paratextos e metatextos escritos por tradutores, homens e mulheres, que emolduram abordagens de gêneros textuais diversos: do texto técnico-científico ao de ficção, passando pela épica, pela literatura infantojuvenil, pela poesia e pelo drama. O livro, em formato bilíngue, foi pensado para ampliar e difundir entre a comunidade acadêmica nacional e internacional um conjunto de textos originalmente encontrados em volumes que nem sempre ressaltam a importância teórica desses escritos. 

 

 

Popol Vuh

Capa do livro “Popolvuh”

 

Organização: Gordon Brotherston e Sérgio Medeiros

Editora: Iluminuras

 Resumo

Esta reedição de uma das cosmogonias mais importantes do Novo Mundo, conhecida como Popol Vuh (Livro do Conselho), apresenta o texto original do século XVI, em maia-quiché, tal como era falado e escrito nas montanhas da Guatemala, e sua tradução integral para o português (tomou-se como referência o original e a tradução para o inglês de Munro Edmonson, considerada a mais inovadora  de todas). Diferentemente de outras edições para o inglês, o espanhol e outras línguas, que apresentam um  texto simplificado em prosa, a presente versão recupera os dísticos originais, oferecendo ao leitor de língua portuguesa toda a riqueza imagética e sonora deste poema épico que narra a vida na Mesoamérica, desde a criação do mundo até os primeiros contatos com os conquistadores espanhóis.
Reunindo uma vasta gama de conhecimentos nativos, o poema relata, em mais de 8 000 versos, a atuação dos deuses, a formação da Terra, a evolução das espécies e a criação do homem de milho, configurando-se ao mesmo tempo como literatura e como documento, ao reivindicar, perante as autoridades espanholas, a quem o poema parece endereçar-se inicialmente, a posse das terras mesoamericanas descritas no texto. Desse modo, é extremamente lúcida a visão de mundo que o poema encerra, vendo com olhos críticos a chegada do outro. Porém, essa questão não esgota o texto, que explora em profundidade as várias etapas por que passou, do tempo mítico ao tempo histórico, a cultura maia, considerada, no seu apogeu, uma das mais sofisticadas que o mundo antigo já conheceu.
A matemática, a biologia, as artes, todo o saber indígena está presente no Popol Vuh, que oferece ao leitor um amplo painel de uma sociedade ameríndia cuja riqueza imagética, filosófica e poética surpreende até hoje.
 Acompanhada de um vocabulário que traz um guia de pronúncia das palavras em maia-quiché, além de ensaios sobre o poema e sua repercussão política e cultural no  mundo e na América Latina em especial, esta reedição é um convite para o leitor brasileiro imergir na “Bíblia” ameríndia, como este épico é também conhecido.

 

 

Tradução Literária: projetos e práticas do tradutor

Capa do livro “Tradução Literária: projetos e práticas do tradutor”

 

Organização: Andréa Cesco, Gilles Jean Abes e Juliana Cristina Faggion Bergmann

Editora: Rafael Copetti Editor

Resumo

Este livro reúne um conjunto de oito textos expondo reflexões sobre tradução literária, focando os projetos e práticas dos tradutores. É o resultado de trabalhos apresentados durante o “II Colóquio de Tradução Literária: projetos e práticas do tradutor”, evento realizado no auditório Henrique da Silva Fontes, no Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), no dia 31 de maio de 2016, em Florianópolis. O evento foi organizado por um grupo de pesquisadores dos estudos da tradução da UFSC, Andréa Cesco (PGET), Gilles Abes (PGET) e Juliana Cristina Faggion Bergmann (MEN).